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Postagens diversas sobre diversos assuntos referente a instituição e seu trabalho como ONG.

  • Alerta: Terapias antienvelhecimento podem aumentar riscos de Câncer e Diabetes

    Alerta: Terapias antienvelhecimento podem aumentar riscos de Câncer e Diabetes

    Imortalidade. Ta aí algo de que o ser humano corre atrás com ferocidade.

    Mas, apesar da impossibilidade em se atingir esse estado, cientistas debruçam-se sobre formas de combater o envelhecimento – principal obstáculo para uma vida longa. Por isso, muitos tratamentos atuais que prometem combater os efeitos desse processo natural estão na moda, como vitaminas, antioxidantes e hormônios.

    No entanto, médicos e especialistas reunidos no 18º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia (de 22 a 25 de maio de 2012), no Rio de Janeiro, alertam: essas terapias não têm chancela científica e podem aumentar riscos de diabetes e câncer.

    O objetivo dos cientistas presentes no congresso é convencer o Conselho Federal de Medicina e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a coibir a chamada ‘medicina antiaging’ no país, que, embora não seja uma especialidade médica, não resulta em punição para seus praticantes.

    Tudo tem um preço

    Estudos mostram que essas drogas dobram o risco de tumores de fígado, aumentam em quatro vezes as chances de a pessoa desenvolver diabetes e pode ocasionar acromegalias, que é o crescimento exagerado de alguns órgãos, inclusive do coração.

    De acordo com pesquisa da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, um dos principais vilões é o hormônio do crescimento (GH, na sigla em inglês).

    Outro vilão que já conquistou seu espaço entre a sociedade é as vitaminas. Segundo outras pesquisas, um dos riscos da ingestão exagerada de vitaminas é a sobrecarga dos rins e o aparecimento de cânceres, como o de próstata, por exemplo, quando muita vitamina E é ingerida.

    Fonte: http://hypescience.com 
    Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/medicina-alternativa

    Roberta L. Vigano Contini
    Bióloga e Acupunturista

  • Atendimento Psicológico a Pacientes com Câncer e seus Familiares

    Atendimento Psicológico a Pacientes com Câncer e seus Familiares

    A confirmação do diagnóstico de um câncer, juntamente com a necessidade da realização de procedimentos invasivos, pode desencadear um desequilíbrio emocional tanto no paciente quanto em sua família. Sabe-se, também, que ocorre uma mudança significativa na vida dessas pessoas após esse diagnóstico. Os tratamentos sugeridos e seus efeitos, e que tudo isso pode ser compreendido por elas como algo ameaçador à sua integridade física e psíquica.

    Por essas razões, para ajudar no enfrentamento da doença e na adaptação ao tratamento, a AAPCI oferece Atendimento Psicológico Individual, Familiar e Domiciliar (Home Care), priorizando uma assistência humanizada e qualidade de vida desses pacientes.

    • Atendimento Psicoterápico Individual

    Junto ao paciente a psicóloga dá suporte emocional no momento do diagnóstico.  Esclarece dúvidas sobre a doença e seus tratamentos, facilitando a comunicação médico paciente. Ajuda o paciente no enfrentamento da doença, incentivando o mesmo a participar de maneira mais ativa e positiva do tratamento.  Promove adaptação do paciente no ambiente hospitalar, minimizando assim estados depressivos e de ansiedade.

    • Apoio Emocional para os familiares de pacientes com câncer

    Em relação à família, auxilia desde o momento do diagnóstico, intervenções e tratamentos.  Prepara a família para lidar com todas as mudanças que a doença acarreta, desde mudanças do comportamento do paciente até alterações na rotina familiar.  Facilita a comunicação dos familiares com o paciente e com a equipe profissional.

    • Atendimento Psicológico Domiciliar (Home Care)

    Atendimento oferecido aos pacientes que estão impossibilitados ou diante de limitações para se locomover até a AAPCI. O objetivo é de auxiliá-los a encontrar recursos próprios para se estabilizar emocionalmente, além de orientações e informações tanto aos pacientes, como aos seus familiares e aos profissionais de saúde.

     

    Daniele B. M. Barbatto
    Psicóloga – CRP: 06/64657

  • Hormonioterapia

    Hormonioterapia

    Alguns tumores como os de mama, próstata e endométrio expressam receptores hormonais, ou seja, eles crescem por conta da presença hormonal.

     

    A hormonioterapia é um tratamento que tem como objetivo impedir a ação destes hormônios. De que forma? Bloqueando ou suprimindo os efeitos do hormônio sobre o órgão alvo (órgão sobre o qual atua), por exemplo, o estrógeno, que é o hormônio responsável pela proliferação celular no caso do tumor da mama.

     

    No caso do câncer de mama este tratamento é utilizado sempre que o tumor expressar positividade para receptores hormonais de estrogênio, independente da idade, do estadiamento da doença e da mulher ser pré ou pós-menopáusica.

     

    A terapia hormonal, assim como a quimioterapia, tem ação sistêmica, o que significa que age em todas as partes do organismo. Como cada organismo reage de uma forma diferente às drogas que combatem a doença, antes de se iniciar a hormonioterapia, é necessário que a paciente faça um teste. No caso de câncer de mama o teste é para o receptor de estrogênio e progesterona. O objetivo é comprovar que a paciente é sensível ao medicamento e avaliar a utilidade do tratamento em cada caso.

     

    Fonte: Oncoguia

    Tatiana Degaspari Pereira
    Fisioterapeuta- crefito 3-54924-F

     

     

  • “O caminho da fumaça”

    Tabagismo

    O tabagismo é diretamente responsável por 80% das mortes por câncer de pulmão e 30% das mortes por outros tipos de câncer como boca, faringe, laringe, pâncreas, estomago, bexiga, intestino, entre outros. Além disso, o tabaco está ligado a cerca de 50 outros diferentes tipos de doenças.

    O cigarro é composto por cerca de 4.700 substâncias tóxica como: naftalina, acetona, terebentina e formol entre muitas outras; entre elas destacam-se principalmente a nicotina que causa dependência e o alcatrão que contem os produtos cancerígenos do cigarro.

    Todas estas substâncias estão presentes na fumaça do cigarro em conseqüência da combustão do tabaco. Apesar de o cigarro ser a maneira mais comum de consumo do tabaco, devemos lembrar que qualquer forma de consumo (cachimbo, charuto, narguile, entre outros), leva a exposição a estes componentes tóxicos do tabaco.

    É o processo descontrolado de crescimento e divisão das células que originam células cancerosas que podem invadir outros órgãos do corpo. Fatores externos contribuem para este processo, como: o sol, cigarro, álcool, alimentação, sedentarismo, alem de fatores genéticos.

    Muitos componentes do cigarro têm ação cancerígena. Evitar a exposição à fumaça do cigarro é a melhor maneira de prevenção a esses tipos de câncer.

    Para o fumante, o primeiro local de contato dos componentes do tabaco com o organismo ocorre na boca. Nesta localização os componentes da fumaça do cigarro já causam muitos prejuízos para a saúde bucal. Dentes amarelados, mancha nos dentes e na boca, maior predisposição para cáries dentarias e mau hálito estão entre as principais alterações. Alem disso, o câncer dos lábios, câncer da boca, e da língua estão fortemente associados ao consumo de tabaco.

    Alem de ser o primeiro local a sofrer as conseqüências nocivas do tabaco, a boca é a porta de entrada natural para a fumaça do cigarro se propagar pelo organismo e causar danos em diversos outros órgãos.

    Ao ser inalada, a fumaça é carregada pelo ar e trilha um caminho natural em nosso organismo, chegando finalmente aos pulmões. Depois de passar pela boca, a fumaça atinge outros órgãos como a faringe e a laringe onde pode causar graves problemas como as faringites, laringites e principalmente o câncer da laringe. Ao ser transportado pelo ar através da traquéia e dos brônquios, a fumaça chega ao seu destino final que são os pulmões. É nesse órgão que ocorre o contato mais intenso entre o organismo e os componentes da fumaça do tabaco.

    Por ser o deposito final de todos os componentes da fumaça do tabaco, o pulmão é o órgão mais seriamente comprometido pelas doenças relacionadas ao tabagismo. Enfisema pulmonar, bronquite e principalmente o câncer de pulmão são as principais doenças observadas.

    A relação entre o câncer de pulmão e o consumo de tabaco é bastante estreita, quanto maior a quantidade de consumo de tabaco, maior será o risco de desenvolver câncer de pulmão. Por outro lado, após a cessação do tabagismo observamos uma redução progressiva deste risco, entretanto mesmo depois de vinte anos de abandono do tabagismo o risco é ainda ligeiramente maior do que o observado nas pessoas que nunca fumaram. Por estes motivos, a recomendação é de que as pessoas jamais fumem, e para aqueles que fumam abandonar o consumo de tabaco o mais rapidamente possível. Desta maneira poderemos reduzir as taxas de mortalidade por câncer de pulmão.

    Ao serem também filtradas pelos rins e principalmente ao serem armazenadas na bexiga urinária as substancias nocivas faz com que as células que constituem estes órgãos sejam “atacadas” e se transformem em células malignas. Por esse motivo, o câncer de rim e o câncer de bexiga estão estritamente relacionados com o consumo de tabaco.  

    Alem de causar mal a quem inala diretamente a fumaça do tabaco, os malefícios são estendidos mesmo aos não fumantes que inalam a fumaça proveniente dos cigarros dos fumantes. A exposição ambiental à fumaça do tabaco aumenta cerca de 30% o risco de morrer por câncer de pulmão, infarto do miocárdio ou derrame cerebral. Todas as doenças causadas pelo consumo de tabaco podem comprometer os tabagistas passivos. As mulheres são as principais vitimas do consumo passivo da fumaça do cigarro.

    Se você quiser parar de fumar, aproveite essas dicas e vá em frente. Afinal, força de vontade e autocontrole são indispensáveis para preservar a sua saúde.

    • Tome 01 ou 02 copos de água cada vez que tiver vontade de fumar
    • Leia um livro ou faça alguma atividade que o distraia
    • Evite aquilo que de vontade de fumar: café, bebida alcoólica, doces etc
    • Após as refeições, levante, deixe a mesa imediatamente e escove os dentes
    • Tire os estímulos que possam lembrar o cigarro: cinzeiros, isqueiros e outros objetos
    • Faça exercícios físicos: caminhadas diárias, musculação, natação, alongamento entre outros
    • Trabalhe seus pensamentos automáticos: reveja as tentativas anteriores de para de fumar e lembre os fatores que ajudaram e os que atrapalharam
    • Lembre-se sempre de todas as razoes que o levaram a parar de fumar
    • Se necessário recorra a alimentos que não engordam: frutas, legumes, balas ou goma de marcar “diet” e bastante liquido
    • Sempre que possível, procure ajuda especializada
    Período sem fumar Benefícios
    20 minutos Diminui a freqüência dos batimentos cardíacos

    Temperatura dos pés e das mãos se eleva

    8 horas Diminui a quantidade de monóxido de carbono e aumenta a de oxigênio no sangue
    24 – 48 horas Melhoram o olfato e o paladar
    02 semanas a 03 meses Melhora a circulação sanguínea
    01 a 09 meses Redução da tosse, congestão nasal, cansaço, falta de ar e risco do surgimento de infecções respiratórias
    01 ano Redução pela metade do risco de ataque cardíaco
    05 anos Redução da possibilidade de desenvolver câncer de pulmão, boca, garganta e esôfago. O risco de um derrame cerebral passa a ser próximo ao de quem nunca fumou
    10 anos O risco de sofrer um infarto passa a ser próximo ao de quem nunca fumou
    20 anos O risco de desenvolver câncer de pulmão passa a ser próximo ao de quem nunca fumou

    Fonte: Cartilha Câncer: Conhecer para prevenir – O caminho da fumaça. Hospital A.C. Camargo – Centro de Tratamento, ensino e pesquisa em Câncer.

    Carolina Miranda Tetzner
    Assistente Social

  • Verão ou inverno, o risco de Câncer de pele está sempre presente.

    É hora de verificar sardas, manchas, pintas e sinais!

    Conforme dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), cerca de 6 mil brasileiros, têm Melanomas diagnosticados e é o mais perigoso, sendo o terceiro tipo de câncer de pele, e o número de casos não para de crescer.

    Como reconhecê-lo:
    O primeiro sintoma de melanoma costuma ser alguma alteração numa pinta ou surgimento de sinal. Procure um médico ao notar mudança de:

    Cor: deve-se ficar alerta a pintas ou sinais com cores variadas (marrom, preto, azul, vermelho, branco ou cinza) ou duas cores.
    Tamanho: se desconfiar de um pinta, ou sinal, observe por três meses. Se ela mudar de aspecto, procure o especialista.
    Formato: borda irregular, forma assimétrica, aumento de espessura e crescimento são alguns sintomas. Coceira e sangramento também servem de alerta.

     Principais formas de se proteger contra o Melanoma:

    • Não saia ao sol quando o índice de UV estiver acima de 3 (entre 10h e 15h e, no horário de verão, entre 11h e17h) sem a devida proteção solar;

    • Aplique o protetor solar 30 minutos antes da exposição e reaplique-o a cada 2 horas;

    • Na pele exposta, use protetor solar de amplo espectro e FPS de no mínimo 30;

    • Use chapéu, roupas adequadas (de preferência com foto-proteção) e óculos de sol;

    • Fique a sombra sempre que possível;

    • Use óculos de sol de boa qualidade, com certificação do Inmetro;

    • Não faça bronzeamento artificial;

    • Faça o auto-exame de verificação em casa;

    • Visite um médico dermatologista ao menos uma vez ao ano.

    Curiosidades a respeito do Bronzeamento Artificial

    As câmaras de bronzeamento artificial emitem até três vezes mais radiação UV do que o sol do meio-dia no verão. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), os usuários dessas câmaras com menos de 35 anos correm um risco de 75% maior de terem melanoma. A Alemanha, a França e a Áustria proíbem o uso por menores de 18 anos. As legislações de alguns países limitam a quantidade de UVB (componente mais perigoso da radiação UV) emitido pelas câmaras. No Brasil, elas foram totalmente proibidas pela ANVISA.

    Roberta L. Vigano Contini
    Bióloga e Acupunturista

    Fonte: Revista Seleções – Março/2012, por André Bernardo.
  • Perucas, usá-las ou não?

    Cuidados com a estética são necessários e importantes para qualquer pessoa. Olhar-se no espelho e gostar do que se vê e perceber nos outros que nossa aparência é agradável, eleva a auto-estima e ajuda em qualquer tratamento de saúde. Por isso, quando se passa por um tratamento contra o câncer é bom se prevenir e buscar orientações para estar sempre de bem consigo mesmo.

    Quando falamos em efeitos colaterais do tratamento de quimioterapia, a queda dos cabelos, o ressecamento da pele, a queda dos cílios e das sobrancelhas aparecem entre os problemas estéticos mais temidos.

    Para o ressecamento de pele devido ao tratamento de quimioterpia e radioterapia , além de ser um problema temporário, que costuma desaparecer no final do tratamento, há como diminuir o incômodo. O uso de cremes hidratantes, e pomadas prescritos pelo médico ajudarão bastante.Já quando há a perda dos cílios e sombrancelhas pode se usar lápis de maquiagem hipoalergênico, para redefinir os traços nestas regiões.

    As perucas são um ótimo recurso para pacientes que fazem uso de alguns tipos de quimioterapia , pois podem ter perda de cabelos. Essa perda é temporária, em geral, 3 a 4 semanas após o final do tratamento o cabelo começa a crescer novamente. Existem alternativas que ajudam a preservar a auto-estima dos pacientes porque oferecem formas de manter a aparência habitual e a possibilidade de seguir com a sua rotina diária. As perucas, por exemplo, tornam-se excelentes instrumentos para que pacientes com câncer mantenham a auto-estima.

    Algumas pessoas preferem usar lenços, bonés, chapéus ou raspam os cabelos antes mesmo de eles começarem a cair. Há quem prefira usar peruca. No caso das perucas, é importante saber quando e como escolhê-las.

    As perucas podem ser feitas de cabelo humano ou de material sintético. Ambas podem ser utilizadas pelo paciente com câncer. As perucas podem ser feitas sob medida ou compradas prontas.

    Há perucas que são coladas no couro cabeludo e outras que são vestidas. Estas últimas podem ou não usar uma fita adesiva hipoalergênica que deverá ser trocada diariamente. Já as perucas coladas no couro cabeludo ficam presas por 20 ou 30 dias. São perucas confeccionadas em base de silicone ou de monofilamentos e em sua circunferência são colocadas fitas adesivas dupla-face ou adesivo líquido.

    Antes de se decidir por uma peruca, pense no trabalho que cada uma vai dar e naquela que fará com que você se goste mais. Experimente algumas perucas de materiais e estilos diferentes e sinta com qual você se adapta melhor. Balance a cabeça, olhe-se no espelho, fique um tempo com cada uma, antes de fazer a opção. Há pessoas que resolvem mudar completamente o estilo das perucas, aproveitam para brincar com as cores e adotam uma mudança radical do visual, outras preferem manter o estilo que mais se assemelha ao seu cabelo natural.

    Tatiana Degaspari Zanetti
    Fisioterapeuta
    Crefito 3- 54924-F
  • O Trabalho do Assistente social na oncologia

    Dentro de uma instituição o Assistente Social é o elo entre os pacientes e as atividades desenvolvidas pela entidade. A Organização Mundial de Saúde enfatiza que:

    “O tratamento do câncer deve ser acompanhado com o controle de sintomas relacionados à doença, desde o diagnostico e em todo processo de tratamento. Daí a importância da equipe multidisciplinar durante o tratamento, contribuindo na qualidade de vida não só do paciente, mas também a de seus familiares através do apoio as necessidades físicas, emocionais, psicológicas, sociais e espirituais, realizadas de forma continua, dinâmica e antecipatória.”

    A atuação do serviço social em oncologia é bastante ampla na prevenção, assistência e cuidados paliativos, as relações familiares vinculadas ao serviço social incorporam neste trabalho a complexidade e sistematização de condutas, sendo os membros da família atores importantes no cuidado à pacientes em internação domiciliar e hospitalar, discutindo questões de gênero e enfrentamento da morte.

    O setor de Serviço Social tem seu trabalho no acolhimento com processo de escuta, de resposta e todas as situações sócio-assistenciais demandadas pelos pacientes, familiares e a instituições.

    Por meio da intervenção nas questões sociais que os pacientes possam vivenciar o Assistente Social amplia as informações, mobilizando e viabilizando recursos para a garantia a qualidade de vida, direitos e humanização do atendimento para a eficiência nos serviços prestados.

    Lembre-se!

    “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais, econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário as ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação.” Constituição Federal 1988 – artigo 196.

    Carolina Miranda Tetzner
    Assistente Social

    Fonte: Socializando; Constituição Federal 1988; Ministério da Saúde.

     

  • Resultado eficaz

    Resultado eficaz

    A Acupuntura diminui dores, vômitos, insônia e outros efeitos colaterais causados por medicamentos em pacientes oncológicos

    Ao receber o diagnostico de uma doença como câncer é natural que haja uma desestabilização tanto emocional quanto física. Os pacientes também tendem a ficar mais suscetíveis a outras doenças como infecções virais e bacterianas. Para atuar na prevenção dessas patologias oportunistas e especialmente na diminuição das reações adversas dos medicamentos, a acupuntura oferece resultados positivos e interfere diretamente na qualidade de vida dos pacientes.

    No caso de pacientes oncológicos, doenças como candidíase, xerostomia (diminuição da saliva), anemia e sintomas como insônia, dores, falta de apetite e baixa autoestima são combatidos e principalmente prevenidos com a acupuntura, melhorando o estado imunodeprimido dos pacientes.

    Tratamentos contra o câncer, como a quimioterapia e radioterapia, trazem efeitos colaterais que podem ser amenizados com a acupuntura.

    Salientando, a acupuntura trata qualquer individuo, em qualquer idade e em qualquer situação.

    Roberta L. V. Contini
    Bióloga e Auriculoterapeuta

    Fonte: Revista do Farmacêutico – Jun/2011, nº102